
Cesta Amazônica
Territórios que guardam saberes. Saberes que constroem caminhos.


A Cesta Amazônica é uma rede de pesquisa, diálogo e colaboração que aproxima universidades, comunidades, coletivos e organizações para conhecer, valorizar e fortalecer os recursos, saberes e modos de vida presentes nos territórios.

O QUE É O PROJETO
Pesquisa que nasce do território
A Cesta Amazônica reúne pessoas, conhecimentos e experiências de diferentes territórios para compreender como seus recursos, modos de vida, práticas produtivas, manifestações culturais e formas de organização podem contribuir para caminhos de desenvolvimento mais sustentáveis e enraizados na realidade local.
Mais do que observar os territórios, buscamos construir conhecimento com quem vive neles. A pesquisa acontece por meio do diálogo, da escuta, das trocas e de processos participativos que aproximam universidade, comunidades, organizações e outros atores territoriais. Assim, diferentes saberes podem se encontrar sem que um precise apagar o outro.
A Cesta Amazônica conecta experiências de quatro estados brasileiros. Cada território possui sua própria história, seus modos de viver e produzir, seus desafios e suas formas de resistência. Ao mesmo tempo, o encontro entre essas experiências permite reconhecer diferenças, construir diálogos e compartilhar aprendizados.
O projeto tem como foco principal territórios amazônicos do Pará e do Maranhão, articulando experiências e redes de pesquisa também no Paraná e em Santa Catarina.
Onde a pesquisa encontra os territórios
Maranhão
Paraná
Santa Catarina
Nossas Metodologias
Como conhecer um território sem separar o conhecimento da vida?
A Cesta Amazônica combina diferentes formas de pesquisa e participação para compreender os territórios a partir de suas múltiplas dimensões. São mobilizadas ferramentas de diagnóstico, escuta, observação, narrativa, participação e construção coletiva.
As metodologias são adaptadas às realidades encontradas em campo. Em vez de aplicar uma fórmula única, buscamos construir caminhos capazes de reconhecer os diferentes modos de viver, produzir, organizar e narrar cada território.
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Soberania Local
Valorizar a capacidade dos territórios de produzir, decidir, preservar e construir seus próprios caminhos.
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Redes de Saberes
Colocar em diálogo conhecimentos acadêmicos, tradicionais, comunitários e experiências vividas.
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Cocriação Social
Construir pesquisas e possibilidades de transformação junto com os atores que fazem parte dos territórios.
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Mapeamento Vivo
Reconhecer que um território não é apenas um espaço no mapa, mas uma trama de relações, memórias, práticas, pessoas e histórias.



